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quinta-feira, setembro 29

Sustentabilidade "Visões e Alternativas"


A sustentabilidade é um ideal sistemático que se perfaz principalmente pela ação, e pela constante busca entre desenvolvimento econômico e ao mesmo tempo preservação do ecossistema. Podem-se citar medidas que estão no centro da questão da sustentabilidade ambiental: a aquisição de medidas que sejam realistas para os setores das atividades humanas.
Os pontos elementares da sustentabilidade visam à própria sobrevivência no planeta, tanto no presente quanto no futuro. Esses princípios são: utilização de fontes energéticas que sejam renováveis, em detrimento das não renováveis.
Pode-se exemplificar esse conceito com a medida e com o investimento que vem sido adotado no Brasil com relação ao biocombustível, que por mais que não tenha mínina autonomia para substituir o petróleo, ao menos visa reduzir seus usos. O segundo princípio refere-se ao uso moderado de toda e qualquer fonte renovável, nunca extrapolando o que ela pode render. Em um quadro mais geral, pode-se fundamentar a sustentabilidade ambiental como um meio de amenizar (a curto e longo prazo simultaneamente) os danos provocados no passado. A sustentabilidade ambiental também se correlaciona com os outros diversos setores da atividade humana, como o industrial, por exemplo.
A sua aplicação pode ser feita em diversos níveis: a adoção de fonte de energias limpas está entre as preocupações centrais, algumas empresas tem desenvolvidos projetos de sustentabilidade voltando-se para aproveitamento do gás liberado em aterros sanitários, dando energia para populações que habitam proximamente a esses locais. Outro exemplo de sua aplicação está em empresas, como algumas brasileiras de cosméticos, que objetivam a extração cem por cento renováveis de seus produtos. O replantio de áreas degradadas, assim como a elaboração de projetos que visem áreas áridas e com acentuada urgência de tratamento são mais exemplos que já vêm sido tomados.
Pode-se afirmar que as medidas estatais corroboram perceptivelmente com a sustentabilidade ambiental. Sendo necessário não apenas um investimento capital em tecnologias que viabilizem a extração e o desenvolvimento sustentável, mas também conta com atitudes sistemáticas em diversos órgãos sociais e políticos. Como por exemplo, a propaganda, a educação e a lei.


Fonte:http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/sustentabilidade-ambiental-o-que-e-a-sustentabilidade-ambiental/

terça-feira, agosto 23

Aquecendo ou Resfriando, os embates do ‘’aquecimento global’’


      Estudos são cada vez mais freqüentes ao que se referem às mudanças climáticas mundiais. O aquecimento global encabeça maior parte das pesquisas, levando em consideração também o efeito estufa, derretimentos das calotas polares, dentre outras perturbações naturais.
Aquecendo ou resfriando? Conferencias, reuniões, simpósios, e eventos mundiais reúnem autoridades que discutem o assunto, a cúpula de Copenhague, por exemplo, é organizada como ultimato às nações que visam produzir sem diminuir suas emissões poluentes. A Cúpula Empresarial de Mudanças Climáticas apresenta o objetivo de aproximar governos divergentes na questão ambiental. O pesquisador Luis Carlos Molion, afirma que nos próximos vintes anos haverá um resfriamento na terra; que o CO2 não controla o clima global; e que sobre o ponto de vista global o homem não interfere no clima. Expondo índices de emissões de carbono: 200 bilhões de toneladas de carbono por ano, são provenientes de fluxos naturais, o homem coloca 6 bilhões.
Entretando as corretes mais aceitas e mais discutidas se contrapõem ao resfriamento terrestre, Chris Field, membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), alerta que o aquecimento global no decorrer deste século será mais grave do que se acreditava até agora. Ele foi um dos autores do relatório divulgado pelo IPCC em 2007, que estimava que as temperaturas iriam subir entre 1,1ºC e 6,4ºC até o fim deste século. Contudo, o cientista afirma que o relatório subestimou seriamente a escala do problema. Apresentou dados novos que mostram que as emissões dos chamados gases do efeito estufa aumentaram muito mais rapidamente que o esperado entre 2000 e 2007.
         Contudo, as mudanças climáticas tem sido motivo de preocupações no cenário internacional, e agravante aos problemas sócio ambientais. Apesar dos índices de emissão expostos por Molion, é inconseqüente a não sustentabilidade da sociedade, governo e indústria, precisa-se de mais consciência e de menos protocolos. 




Neto M.D.

sexta-feira, junho 17

Coprocessamento ''Uma saída para a sustentabilidade''


Os aspectos sustentáveis, têm tido cada dia mais enfase nos processos industriais. Se não se pensar em desenvolvimento pautado na sustentabilidade, o que deixaremos para as gerações futuras? A não harmonia de tais atividades, acarreta em o uso ou extração indiscriminada do recursos naturais, que em alguns anos levará à cada vez mais frequentes catástrofes naturais e redução de áreas para a sobrevivência da biodiversidade.
Nesse contexto de proteção e redução do uso aos recursos e matérias primas para produção industrial, a indústria cimenteira traz medidas de reaproveitamento, que é um dos pilares da reciclagem, como propostas de uso de alguns resíduos que seriam depositados em aterros ou lixões, o COPROCESSAMENTO como mais uma forma de aplicação da sustentabilidade. O coprocessamento nas industrias cimenteiras, destrói resíduos e passivos ambientais em fornos com alta temperatura, assim substituindo parcialmente ao combustível que alimenta a chama do forno que transforma calcário e argila em clínquer, matéria-prima do cimento, não alterando a qualidade do produto e é praticado de forma segura e ambientalmente adequada tanto para trabalhadores do setor quanto para comunidade que reside em torno das fabricas. A geração anual de resíduos industriais é estimada em 86 milhões de toneladas, sendo 3,8 milhões de toneladas de resíduos perigosos, a indústria de cimento coprocessa cerca de 1 milhão de toneladas por ano, entretanto as expectativas preveem um aumento que possa chegar a 2,5 milhões de toneladas. Contudo o coprocessamento atinge distintas vantagens tanto para a produção cimenteira, quanto para o meio ambiente; são estas: Eliminação definitiva, técnica e ambientalmente segura dos resíduos; Substituição de recursos energéticos nao-renováveis por fontes alternativas de energia; Preservação de jazidas, já que parte dos residuos substitui a matéria-prima; Contribuição à saúde pública; E a geração de novos empregos de forma direta e indireta.
Desta forma, com o avanço da tecnologia em prol do desenvolvimento, devem haver cada vez mais sugestões e ideias sustentáveis, que sejam introduzidas nos meios de produção para que acha uma balançá de estabilização para com os Processos Industriais X Meio Ambiente.


Neto M. D.

quinta-feira, junho 16

O ''novo'' código florestal

O novo código florestal brasileiro, trata da política intervencionista do Estado sobre a propriedade imóvel agrária privada fundamentada em argumentos como “... as florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, ..., são bens de interesse comum a todos os habitantes do País ...”. Também se baseia em códigos florestais anteriores como é o caso do de 1934, que normatizou a proteção e o uso das florestas com o propósito maior de proteger os solos, as águas e a estabilidade dos mercados de madeira.

Basicamente O código atual vai esta baseado em três mudanças que diz respeito, à exploração de fitofisionomias florestais na Região Norte e parte norte da Região CentroOeste, onde se encontra parte do pantanal, bioma Brasileiro de alta biodiversidade, são as modificações: proibição da prática do corte-raso em 80% da área com cobertura florestal (sem alterar a área de Reserva Legal); limitação a novas conversões para uso alternativo da terra, em propriedades com áreas subaproveitadas; e imposição da necessidade dos Planos de Manejo Florestal Sustentável de Uso Múltiplo para legitimar a exploração florestal. Alguns autores se pronunciam de forma contraria as modificações.

‘’a questão básica e elementar que deve ser colocada no centro das discussões é a seguinte: “quanto” meio ambiente a sociedade deseja para si, hoje, e para as futuras gerações? E com quais características? A resposta a essa questão indicará quanta e qual floresta a sociedade necessita, ou seja: “qual área com cobertura florestal, aonde e com que atributos!”

Figueiredo & Leuzinger (2001)

Desta forma, os questionamentos sobre as perspectivas futuras em relação às alterações provocadas pelo novo código ambiental, devem ocorrer com mais freqüências, como se é benéfico o novo código ambiental? A quem será voltado as vantagens? Os prejuízos aos ambientes extrativistas causados, serão irreversíveis? Assim ficasse mais claro as intenções e os agravantes desta situação, a julgar pela natureza e conteúdo dos debates, o Código Florestal poderá restar, no devido tempo, prestigiado e fortalecido.

segunda-feira, março 7

A MATEMÁTICA APLICADA À PRODUÇÃO AGRÍCOLA

A matemática obteve uma grande interferência no desenvolvimento da humanidade, sendo essa utilizada em varias áreas do nosso cotidiano em prol da melhoria da qualidade de vida dos seres humanos.

Na agricultura principalmente a partir da revolução verde passamos cultivar áreas cada vez maiores e utilizar de novas técnicas de cultivo o que proporcionou um desenvolvimento significativo de cálculos matemáticos utilizados no manejo das propriedades agrícolas com fins de obter uma melhor produtividade. As técnicas de produção são fundamentais para que se consiga uma produção satisfatória, com isso o produtor utiliza cálculos matemáticos para determinar adubação, calagem e a irrigação da área cultivada.

Na adubação mineral a matemática e aplicada para determinar a quantidade de fertilizante a ser utilizado na propriedade para a necessidade da cultura e o teor de nutrientes presentes no solo, e tem importância fundamental, pois através dos cálculos e que o produtor comprara apenas a quantidade necessária, assim aumentando os seus lucros. Na calagem a matemática através de formulas determina a quantidade de calcário a ser utilizada para corrigir a acidez do solo baseado nos teores de cálcio, magnésio e alumínio presentes no solo. A irrigação e uma das etapas mais importantes para um cultivo, pois é ela que fornece água à cultura, a matemática e um fator primordial para a determinação da quantidade de água que a cultura necessita e assim determinar a quantidade de água que essa cultura necessitara durante todo o seu ciclo.

Com isso pode-se concluir que a matemática é muito importante para a agricultura, pois e através dela que podemos melhorar as técnicas de produção obtendo assim uma melhor produtividade.

Delfran Batista dos Santos (Professor da Escola Agrotécnica Federal de Senhor do Bonfim)

Janmel Alves da Silva (Técnico em Agropecuária)Email: Janmel-silipknot@hotmail.com

Marcos Custódio (Professor da escola agrotécnica federal de Senhor do Bonfim)

Muriel Cajuhy Souza (Técnico em Agropecuária)Email: murielcajuhy@hotmail.com

Noedson Soares da Silva Souza (Técnico em Agropecuária) Email: nnoedeson-15@hotmail.com

PRODUTIVIDADE DO ESTILOSANTES CAMPO GRANDE SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SALINIDADE.

RESUMO: Com o objetivo de avaliar a produção de matéria seca e natural da Leguminosa estilosantes campo grande sob diferentes níveis de salinidade, instalou-se o presente experimento com duração de 60 dias na área experimental localizada no interior de uma estufa hidropônica do IF Baiano, campus Senhor do Bonfim, BA, o qual apresenta coordenadas geográficas de 10°27’46”S e 40°11’27”W e altitude de 520m, situado no municio Senhor do Bonfim-Ba. A leguminosa foi cultivada em 21 tubos de PVC de 15 cm de diâmetro por 21 cm de altura com fundo o selado com lona polietileno, com um orifício de 1 cm para a instalação do dreno, preenchidos com um volume de 3442,5m³ de latosolo amarelo adubado com composto orgânico na proporção de 10ton/há, colocados sobre uma bancada de madeira de 80 cm de altura com drenos constituídos de mangueiras e garrafas peti de 2 litros. No período foram implantados sete tratamentos com três repetições não casualizados, os quais consistiram em uma variação de condutividade elétrica, (CE), de 0,5 dS.m¹ a 5,0 dS.m¹, onde T1 testemunha (agua doce), T2 ( CE 0,5 dS.m¹), T3 ( CE 1,0 dS.m¹), T4 ( CE 1,5 dS.m¹), T5 ( CE 2,5 dS.m¹), T6 ( CE 3,5 dS.m¹) e T7 ( CE 5,0 dS.m¹). De acordo com os resultados pode-se avaliar que a salinidade interferiu decisivamente, tanto na produção de matéria natural, quanto na produção de matéria seca, constatando que a leguminosa só assume comportamento produtivo viável com uso de água de condutividade elétrica máxima de 1,5 dS.m¹, com como visto no tratamento 4.

Muriel Cajuhy Souza¹; Delfran Batista dos Santos²; Manuel Dias da Silva Neto¹; Elio Celestino de Oliveira Chagas²

¹ Técnicos agrícolas com habilitação em agropecuária.Email: Murielcajuhy@hotmail.com, manueldias9@hotmail.com

²Professores do IF Baiano, Campus Senhor do Bonfim.

PRODUTIVIDADE DO PANICUM MAXIMUM SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SALINIDADE.

RESUMO: Com o objetivo de avaliar a produção de matéria seca e natural da gramínea panicum maximum cv Massai sob diferentes níveis de salinidade, instalou-se o presente experimento com duração de 60 dias na área experimental localizada no interior de uma estufa hidropônica do IF Baiano, campus Senhor do Bonfim, BA, o qual apresenta coordenadas geográficas de 10°27’46”S e 40°11’27”W e altitude de 520m, situado no municio Senhor do Bonfim-Ba. A gramínea foi cultivada em 21 tubos de PVC de 15 cm de diâmetro por 21 cm de altura com fundo o selado com lona polietileno, com um orifício de 1 cm para a instalação do dreno, preenchidos com um volume de 3442,5m³ de latosolo amarelo adubado com composto orgânico na proporção de 10ton/há, colocados sobre uma bancada de madeira de 80 cm de altura com drenos constituídos de mangueiras e garrafas peti de 2 litros. No período foram implantados sete tratamentos com três repetições não casualizados, os quais consistiram em uma variação de condutividade elétrica, (CE), de 0,5 dS.m¹ a 5,0 dS.m¹, onde T1 testemunha (agua doce), T2 ( CE 0,5 dS.m¹), T3 ( CE 1,0 dS.m¹), T4 ( CE 1,5 dS.m¹), T5 ( CE 2,5 dS.m¹), T6 ( CE 3,5 dS.m¹) e T7 ( CE 5,0 dS.m¹). De acordo com os resultados pode-se avaliar que a salinidade interferiu decisivamente, tanto na produção de matéria natural, quanto na produção de matéria seca, inviabilizando se utilizar para irrigação de pastagens com água cuja condutividade elétrica se mostrar superior a 2,5 dS.m¹, pois após desta CE a produtividade de matéria natural da gramínea obtêm um ligeiro decréscimo, embora apresente um elevado teor de matéria seca no tratamento 7.

Muriel Cajuhy Souza¹; Delfran Batista dos Santos²; Manuel Dias da Silva Neto¹; Elio Celestino de Oliveira Chagas²

¹ Técnicos agrícolas com habilitação em agropecuária.Email: Murielcajuhy@hotmail.com, manueldias9@hotmail.com

²Professores do IF Baiano, Campus Senhor do Bonfim.

quarta-feira, maio 19

Cana-de-açúcar no sub-médio do vale do São Francisco


O Brasil hoje se encontra como maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, com produção da safra nacional de cana-de-açúcar 2005/2006 de 450,2 milhões de toneladas. Desse total, 401,5 milhões/toneladas serão destinados à indústria sucroalcooleira, sendo 218,7 milhões/toneladas para a fabricação de açúcar (CONAB, 2005), por se tratar de uma cultura que, além de bem adaptada as condições tropicais e subtropicais com alta disponibilidade de água e radiação solar, sendo ainda de alto suporte econômico, possibilita fontes alternativas de energia, e grande importância social pela intensidade na utilização da mão-de-obra.
Considerando-se a significativa importância econômica alcançada pela cultura da cana-de-açúcar em contraste com seu baixo rendimento agrícola, provavelmente causado pela irregularidade e deficiência das precipitações pluviométricas, urgentes providencias se fazem necessárias visando a elevação da produtividade.
Em São Paulo, maior produtor brasileiro, praticamente toda a cana-de-açúcar produzida é cultivada em condições de sequeiro. Desta maneira, o presente trabalho teve como objetivo a análise da viabilidade econômica do uso da irrigação em cana-de-açúcar no semi-árido da região Nordeste.
A irrigação tem sido assim, alvo de considerável interesse, principalmente na região Nordeste do Brasil por serem regiões mais secas. No semi-árido do nordeste, a irrigação vinha sendo constantemente relegada a um plano inferior nas regiões onde, sob certas condições, a precipitações superiores permitia que as culturas se desenvolvessem e produzissem normalmente; é uma técnica absolutamente necessária para realização da agricultura racional, pois os níveis de chuvas são insuficientes para suprir a demanda hídrica das culturas; no Vale do São Francisco, região de intensa radiação solar e favorecida de disponibilidade de água, aparece como esperança, no pólo de Petrolina – Juazeiro, a agricultura irrigada. Baseada na infra-estrutura governamental e iniciativa privada, essa agricultura irrigada abastece uma agroindústria que fornece frutas para o mercado interno e para exportação. Nos campos experimentais de Bebedouro, município de Petrolina – PE e Mandacaru, município de Juazeiro – BA, ambos pertencentes à Empresa brasileira de pesquisa agropecuária (EMBRAPA) Semi-Árido, cujos solos são classificados como Latossolo e Vertissolo respectivamente (Embrapa, 2006) Soares et al. (2003) em seu estudo consideraram que para a região do semi-árido, o uso da irrigação, na cultura da cana-de-açúcar, constitui-se numa alternativa potencial para o sucesso da produção sucroalcooleira. Dentro deste panorama insere-se a tecnologia de irrigação da cana-de-açúcar, como alternativa para contribuir com a qualidade total da produção sucroalcooleira, desde que estudos e pesquisas sejam desenvolvidos a fim de comprovar a viabilidade econômica da introdução dessa tecnologia no semi-árido nordestino.
Portanto, a partir destas condições e com o auxilio da tecnologia da irrigação em diferentes tipos de solo o presente trabalho tem por objetivo expor as diversas atividades realizadas no decorrer do estagio.
Neto M.D.