Fonte:http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/sustentabilidade-ambiental-o-que-e-a-sustentabilidade-ambiental/
quinta-feira, setembro 29
Sustentabilidade "Visões e Alternativas"
Fonte:http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/sustentabilidade-ambiental-o-que-e-a-sustentabilidade-ambiental/
terça-feira, agosto 23
Aquecendo ou Resfriando, os embates do ‘’aquecimento global’’
sexta-feira, junho 17
Coprocessamento ''Uma saída para a sustentabilidade''

quinta-feira, junho 16
O ''novo'' código florestal
O novo código florestal brasileiro, trata da política intervencionista do Estado sobre a propriedade imóvel agrária privada fundamentada em argumentos como “... as florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, ..., são bens de interesse comum a todos os habitantes do País ...”. Também se baseia em códigos florestais anteriores como é o caso do de 1934, que normatizou a proteção e o uso das florestas com o propósito maior de proteger os solos, as águas e a estabilidade dos mercados de madeira.
Basicamente O código atual vai esta baseado em três mudanças que diz respeito, à exploração de fitofisionomias florestais na Região Norte e parte norte da Região CentroOeste, onde se encontra parte do pantanal, bioma Brasileiro de alta biodiversidade, são as modificações: proibição da prática do corte-raso em 80% da área com cobertura florestal (sem alterar a área de Reserva Legal); limitação a novas conversões para uso alternativo da terra, em propriedades com áreas subaproveitadas; e imposição da necessidade dos Planos de Manejo Florestal Sustentável de Uso Múltiplo para legitimar a exploração florestal. Alguns autores se pronunciam de forma contraria as modificações.
‘’a questão básica e elementar que deve ser colocada no centro das discussões é a seguinte: “quanto” meio ambiente a sociedade deseja para si, hoje, e para as futuras gerações? E com quais características? A resposta a essa questão indicará quanta e qual floresta a sociedade necessita, ou seja: “qual área com cobertura florestal, aonde e com que atributos!”
Figueiredo & Leuzinger (2001)
Desta forma, os questionamentos sobre as perspectivas futuras em relação às alterações provocadas pelo novo código ambiental, devem ocorrer com mais freqüências, como se é benéfico o novo código ambiental? A quem será voltado as vantagens? Os prejuízos aos ambientes extrativistas causados, serão irreversíveis? Assim ficasse mais claro as intenções e os agravantes desta situação, a julgar pela natureza e conteúdo dos debates, o Código Florestal poderá restar, no devido tempo, prestigiado e fortalecido.
segunda-feira, março 7
A MATEMÁTICA APLICADA À PRODUÇÃO AGRÍCOLA
A matemática obteve uma grande interferência no desenvolvimento da humanidade, sendo essa utilizada em varias áreas do nosso cotidiano em prol da melhoria da qualidade de vida dos seres humanos.
Na agricultura principalmente a partir da revolução verde passamos cultivar áreas cada vez maiores e utilizar de novas técnicas de cultivo o que proporcionou um desenvolvimento significativo de cálculos matemáticos utilizados no manejo das propriedades agrícolas com fins de obter uma melhor produtividade. As técnicas de produção são fundamentais para que se consiga uma produção satisfatória, com isso o produtor utiliza cálculos matemáticos para determinar adubação, calagem e a irrigação da área cultivada.
Na adubação mineral a matemática e aplicada para determinar a quantidade de fertilizante a ser utilizado na propriedade para a necessidade da cultura e o teor de nutrientes presentes no solo, e tem importância fundamental, pois através dos cálculos e que o produtor comprara apenas a quantidade necessária, assim aumentando os seus lucros. Na calagem a matemática através de formulas determina a quantidade de calcário a ser utilizada para corrigir a acidez do solo baseado nos teores de cálcio, magnésio e alumínio presentes no solo. A irrigação e uma das etapas mais importantes para um cultivo, pois é ela que fornece água à cultura, a matemática e um fator primordial para a determinação da quantidade de água que a cultura necessita e assim determinar a quantidade de água que essa cultura necessitara durante todo o seu ciclo.
Com isso pode-se concluir que a matemática é muito importante para a agricultura, pois e através dela que podemos melhorar as técnicas de produção obtendo assim uma melhor produtividade.
Delfran Batista dos Santos (Professor da Escola Agrotécnica Federal de Senhor do Bonfim)
Janmel Alves da Silva (Técnico em Agropecuária)Email: Janmel-silipknot@hotmail.com
Marcos Custódio (Professor da escola agrotécnica federal de Senhor do Bonfim)
Muriel Cajuhy Souza (Técnico em Agropecuária)Email: murielcajuhy@hotmail.com
Noedson Soares da Silva Souza (Técnico em Agropecuária) Email: nnoedeson-15@hotmail.com
PRODUTIVIDADE DO ESTILOSANTES CAMPO GRANDE SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SALINIDADE.
RESUMO: Com o objetivo de avaliar a produção de matéria seca e natural da Leguminosa estilosantes campo grande sob diferentes níveis de salinidade, instalou-se o presente experimento com duração de 60 dias na área experimental localizada no interior de uma estufa hidropônica do IF Baiano, campus Senhor do Bonfim, BA, o qual apresenta coordenadas geográficas de 10°27’46”S e 40°11’27”W e altitude de 520m, situado no municio Senhor do Bonfim-Ba. A leguminosa foi cultivada em 21 tubos de PVC de
Muriel Cajuhy Souza¹; Delfran Batista dos Santos²; Manuel Dias da Silva Neto¹; Elio Celestino de Oliveira Chagas²
¹ Técnicos agrícolas com habilitação em agropecuária.Email: Murielcajuhy@hotmail.com, manueldias9@hotmail.com
²Professores do IF Baiano, Campus Senhor do Bonfim.
PRODUTIVIDADE DO PANICUM MAXIMUM SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SALINIDADE.
RESUMO: Com o objetivo de avaliar a produção de matéria seca e natural da gramínea panicum maximum cv Massai sob diferentes níveis de salinidade, instalou-se o presente experimento com duração de 60 dias na área experimental localizada no interior de uma estufa hidropônica do IF Baiano, campus Senhor do Bonfim, BA, o qual apresenta coordenadas geográficas de 10°27’46”S e 40°11’27”W e altitude de 520m, situado no municio Senhor do Bonfim-Ba. A gramínea foi cultivada em 21 tubos de PVC de
Muriel Cajuhy Souza¹; Delfran Batista dos Santos²; Manuel Dias da Silva Neto¹; Elio Celestino de Oliveira Chagas²
¹ Técnicos agrícolas com habilitação em agropecuária.Email: Murielcajuhy@hotmail.com, manueldias9@hotmail.com
²Professores do IF Baiano, Campus Senhor do Bonfim.
quarta-feira, maio 19
Cana-de-açúcar no sub-médio do vale do São Francisco

O Brasil hoje se encontra como maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, com produção da safra nacional de cana-de-açúcar 2005/2006 de 450,2 milhões de toneladas. Desse total, 401,5 milhões/toneladas serão destinados à indústria sucroalcooleira, sendo 218,7 milhões/toneladas para a fabricação de açúcar (CONAB, 2005), por se tratar de uma cultura que, além de bem adaptada as condições tropicais e subtropicais com alta disponibilidade de água e radiação solar, sendo ainda de alto suporte econômico, possibilita fontes alternativas de energia, e grande importância social pela intensidade na utilização da mão-de-obra.
Considerando-se a significativa importância econômica alcançada pela cultura da cana-de-açúcar em contraste com seu baixo rendimento agrícola, provavelmente causado pela irregularidade e deficiência das precipitações pluviométricas, urgentes providencias se fazem necessárias visando a elevação da produtividade.
Em São Paulo, maior produtor brasileiro, praticamente toda a cana-de-açúcar produzida é cultivada em condições de sequeiro. Desta maneira, o presente trabalho teve como objetivo a análise da viabilidade econômica do uso da irrigação em cana-de-açúcar no semi-árido da região Nordeste.
A irrigação tem sido assim, alvo de considerável interesse, principalmente na região Nordeste do Brasil por serem regiões mais secas. No semi-árido do nordeste, a irrigação vinha sendo constantemente relegada a um plano inferior nas regiões onde, sob certas condições, a precipitações superiores permitia que as culturas se desenvolvessem e produzissem normalmente; é uma técnica absolutamente necessária para realização da agricultura racional, pois os níveis de chuvas são insuficientes para suprir a demanda hídrica das culturas; no Vale do São Francisco, região de intensa radiação solar e favorecida de disponibilidade de água, aparece como esperança, no pólo de Petrolina – Juazeiro, a agricultura irrigada. Baseada na infra-estrutura governamental e iniciativa privada, essa agricultura irrigada abastece uma agroindústria que fornece frutas para o mercado interno e para exportação. Nos campos experimentais de Bebedouro, município de Petrolina – PE e Mandacaru, município de Juazeiro – BA, ambos pertencentes à Empresa brasileira de pesquisa agropecuária (EMBRAPA) Semi-Árido, cujos solos são classificados como Latossolo e Vertissolo respectivamente (Embrapa, 2006) Soares et al. (2003) em seu estudo consideraram que para a região do semi-árido, o uso da irrigação, na cultura da cana-de-açúcar, constitui-se numa alternativa potencial para o sucesso da produção sucroalcooleira. Dentro deste panorama insere-se a tecnologia de irrigação da cana-de-açúcar, como alternativa para contribuir com a qualidade total da produção sucroalcooleira, desde que estudos e pesquisas sejam desenvolvidos a fim de comprovar a viabilidade econômica da introdução dessa tecnologia no semi-árido nordestino.
Portanto, a partir destas condições e com o auxilio da tecnologia da irrigação em diferentes tipos de solo o presente trabalho tem por objetivo expor as diversas atividades realizadas no decorrer do estagio.

